Normalmente, quando se pensa em avaliar o desempenho de cobradores, a primeira coisa que vem na cabeça é o total recuperado no mês.
Então, o total recuperado costuma ser a base para o cálculo da meta e das comissões.
No entanto, há outras coisas que podem ser analisadas também.
Uma delas é a quantidade de parcelas aprovadas por consultor. Isso pode ajudar a entender o volume de transações aprovadas.
Outra métrica complementar à quantidade de parcelas é justamente o ticket médio do consultor, para saber que tipo de receita tem sido recuperada por ele. Talvez um consultor não figure entre os primeiros do ranking porque ele trabalha com um ticket médio baixo.
Também, é válido analisar a quantidade de follow-ups (ocorrências) registradas pelo consultor, para analisar a quantidade de interações e acionamentos feitos. Quem sabe, o consultor trabalha duro, aciona mais pessoas que a média, porém, tem pouco sucesso por conta de uma abordagem falha ou da baixa qualidade dos títulos que caem para ele cobrar.
Análise de quebras de acordos e cancelamentos de acordos por consultor também são interessantes para entender a qualidade das negociações feitas pelo colaborador. Taxas altas de quebras ou cancelamentos podem indicar que os acordos foram fechados na base da insistência e não na base em uma boa negociação (faltou convencimento).
Diante disso, percebe-se a importância de analisar outros indicadores para conhecer melhor sua equipe e ajuda-los a superar eventuais deficiências.
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